08 de Março

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janeiro 31, 2012

FELIZ ANIVERSÁRIO

Esta foto foi realizada em 31/01/2011, observar o vazamento ainda continua.
Obs: Não tenho de anos anteriores, mas recordo de sua "revitalização" aparecer.
por: Rejane Botelho

janeiro 10, 2012

Pelotas, vista por outro angulo.

Vista Pelotas/2011

Parque Dom Antonio Zattera/ 2011

Biblioteca Pública de Pelotas/ nov/2011

Antenas de comunicação/Pelotas

Céu em Pelotas/jan/2012
Dizem os visitantes que nunca viram em outra cidade um céu tão azul como aqui.
Será que procede?

ESTAMOS A VER NAVIOS

O AVIÃO JÁ SE FOI!

Falta de água está virando rotina na cidade de Pelotas ao lado da Laguma que dizem ser a maior do mundo. No meio da tarde em alguns dias da semana tem faltado água na cidade, e bairros também. Hoje estamos sem água pela manhã, com muito custo consegui ligação para o SANEP, que informou que o problema é na Barragem que está sem energia elétrica e assim toda a cidade de Pelotas está sem água.
As melhorias não são feitas, mas pagamos em dia e no mes de dezembro duas contas de água são pagas, os vazamentos de água no centro e bairros continuam e a falta de energia também.
Está na hora dos vereadores começarem a trabalhar e votar para o povo e não em proveito próprio.

 População renove esta Câmara, faxina já!
ÁGUA PAGAMENTO PELO CONSUMO,
ESTACIONAMENTO ROTATIVO...

imagem/nominata de vereadores:



janeiro 08, 2012

SANEP-Dom Antonio Zattera

Dentro outras programações de 09 a 21 de janeiro,  dia 21 de Janeiro de 2012, teremos o encerramento do II Festival INTERNACIONAL SESC de Música, será que até lá o SANEP irá arrumar o vazamento d'água no Parque Dom Antônio Zattera?
Já postei no dia 22/12/2011 fotos mostrando o descaso de vazamento, isso que está ali por mais de três meses.
Acredito que até esse dia, como num passe de mágica, o pessoal da poda chegue e baixe a "grama" e tudo fique maravilhoso.

fotos Rejane Botelho
Dia 08/01/2012

setembro 08, 2011

Eu te amo

7 de Stembro/Pelotas/RS

Não adianta, mas este ser de trazer o parecer tão macho, tão forte e ao mesmo tempo demonstra dependência...
este ser que por tempos ficando distante de ano em ano eu o reconheço e percebo...
este ser chamado animal, este ser quadrupede, este ser sim
SOMENTE CAVALO, LINDO IMPONENTE E DISTINTO.

Não é a toa que nosso povo o cultive tanto.
Eu sou apaixonada por eles.

créditos Rejane Botelho

créditos Rejane Botelho

créditos Rejane Botelho

créditos Rejane Botelho

créditos Rejane Botelho

julho 07, 2011

199 Anos de Pelotas -1812


    Em junho de 1758, através da doação que Gomes Freire de Andrade, Conde de Bobadela, fez ao Coronel Thomáz Luiz Osório, das terras que ficavam às margens da Lagoa dos Patos. Fugindo da invasão espanhola, em 1763.
   
    Em 1780, o português José Pinto Martins, que abandonara o Ceará em conseqüência da seca, funda às margens do Arroio Pelotas a primeira Charqueada. A prosperidade do estabelecimento, favorecida pela localização, estimulou a criação de outras charqueadas e o crescimento da região, dando origem à povoação que demarcaria o início da cidade de Pelotas.
   
   A Freguesia de São Francisco de Paula, fundada em 07 de Julho de 1812 por iniciativa do padre Pedro Pereira de Mesquita, foi elevada à categoria de Vila em 07 de abril de 1832. Três anos depois o Presidente da Província, Antônio Rodrigues Fernandes Braga, outorgou à Vila os foros de cidade, com o nome de Pelotas, sugestão dada pelo Deputado Francisco Xavier Pereira. O nome originou-se das embarcações de varas de corticeira forradas de couro, usadas para a travessia dos rios na época das charqueadas. 

junho 29, 2011

Biblioteca Pública Pelotense



Olá caros colegas e amigos
Em anexo envio as fotos do DESCARTE sem vergonha e descarado da Biblioteca Pública Pelotense.
Prestem atenção nas fotos que se seguem.
Peço a vocês, que assim como eu estão indignadíssimos com essa atitude irresponsável, repassem estas fotos para o máximo de pessoas que puderem.
Isso não pode ficar sem divulgação!
Para que possam entender melhor, aqui vão alguns esclarescimentos:
A primeira foto trata de uma das idas do caminhão a frente da biblioteca. Está cheio de caixas, mas fechadas.
A segunda e a terceira, são fotos de uma carroça carregando jornais. Veja que apenas estes são tão grandes assim, pois um jornal no passado, tinha um tamanho de 60 cm a 44 cm, ou um pouco menos, como 52X 42 e eram encadernados por semestre ou trimestre. Então, o volume deles é inconfundível.
Do que aparece nas carroças, dá para ver que os livros e jornais não estavam estragados ou em fragmentos, como foi dito pela presidente da biblioteca. Estavam inteiros e, mesmo se tivessem fungos, isso poderia ser revertido, pois fungo morre com ventilação e um ambiente de refrigeração controlado impede sua proliferação. Em último caso, o sol mata o fungo, embora tenha que ser usado com cuidado, pois também prejudica o documento.
Muitos dos jornais que aparecem são tomos do Diário Popular, reconheciveis pela encadernação, que, na biblioteca, foi utilizado há tempos para os jornais Diário Popular e Opinião Pública. Portanto, pode ser um dos dois jornais.
Na verdade, deve ser dito que havia duas coleções do Diário Popular. A primeira, foi encadernada pela propria biblioteca e vinha desde seus primeiros exemplares.
Na década de 1990, a biblioteca recebeu toda uma segunda coleção, de 1890 a 1992, que era aquela que estava na redação do proprio jornal. As duas foram misturadas, uma coleção completa ficou em uso e a outra guardada no porão. Só isso, já dava um volume muito grande de jornais.
No porão não há mais nada. Em visita recente contatou-se que não há mais um jornal lá dentro: nem Diário Popular, A Federação, Diário de Noticias, Diário Oficial, Gazeta de Porto Alegre (este um jornal que ia de 1879 a 1884 e agora só sobrou os primeiros semestres de 1879, 1882 e 1884), e vários outros jornais, especialmente de Porto Alegre. Em dezembro de 2000, a professora Beatriz Loner e Dona Sonia Garcia publicaram, na História em Revista nº 6, revista do núcleo de documentação histórica da UFPel, onde aquela trabalha (e que está online www.ufpel.tche.br/ich/ndh) uma relação com todos os jornais que haviam na biblioteca. Depois, isso foi mexido bastante, jornais subiram e desceram para o porão, pois lá em cima só ficaram os que estavam em uso. Ainda outros, para os quais não havia muito espaço também ficaram no porão.
E agora, se for feita a comparação com o que tem no CDOV da biblioteca, a diferença é gritante.
O porão era a reserva técnica e agora não tem mais nada de livros ou jornais, apenas algumas caixas já embaladas para descarte, mas muito pequenas para conterem estes grandes jornais. Isso, obvio, sem falar em outros (e muitos) livros, como também pode-se ver na pequena mostra formada pelo material desta carroça, uma de muitas que devem ter levado o material, dos caminhões para o sebo.
Enfim, sabe-se que os jornais pelo menos não foram reciclados, o que já é muito, embora estejam perdidos para a pesquisa científica, pois seu destino provavelmente será das coleções individuais, feitas para a satisfação pessoal de alguns e o lucro de outros.
Eu dei uma boa olhada nas outras salas da biblioteca e nenhuma delas contem os jornais e os livros que estavam no porão. E nem poderiam, pois seu espaço é pequeno e não caberia este material todo. Exatamente por isso é que se usava o porão. Era muita coisa.
Muito obrigada!
Abraços,
Nádia Coelho.








janeiro 06, 2011

A quem possa servir a carapuça!

PROCULTURA DE PELOTAS

Gostaria de saber se, dos projetos selecionados para o Procultura de Pelotas, todos os contemplados já fizeram trabalhos voluntários para comunidade e as pessoas responsáveis pela inscrição dos projetos e recebimento da verba correspondente são registrados como produtores da cultura em exercício, atendendo exigência do edital, consequentemente sem pendencias pecuniárias pertinentes?


Itens que chamam a atenção de capacitação de apresentação de projetos:

Edital 001/2010 – Secult

3. DA PARTICIPAÇÃO

3.1. O concurso destina-se a empreendedores (as) culturais (pessoas físicas) e entidades privadas de natureza cultural com ou sem fins lucrativos (pessoas jurídicas), com necessidade de cadastro prévio.

.x.x.

4.8. O proponente deverá apresentar, obrigatoriamente, ao município uma contrapartida social, na forma de atividades de natureza cultural, destinada a universalizar o acesso e desenvolvimento da cultural.

Edital completo:

http://www.pelotas.com.br/procultura/

Por: Rejane Botelho

novembro 30, 2010

Pelotas/RS
por: Rejane Botelho

Na mitologia romana, Mercúrio (associado ao deus Grego Hermes) era um mensageiro e deus da venda, lucro e comércio, o filho de Maia Maiestas, também conhecida como Ops, a versão romana de Reia, e Júpiter. Seu nome é relacionado à palavra latina merx ("mercadoria"; comparado a mercador, comércio etc). Em suas formas mais antigas, ele aparenta ter sido relacionado ao deus Etrusco Turms, mas a maior parte de suas características e mitologia são emprestadas do deus Grego, Hermes.

Mercúrio era o deus romano encarregado de levar as mensagens de Júpiter. Era filho de Júpiter e de Bona Dea e nasceu em Cilene, monte de Arcádia. Os seus atributos incluem uma bolsa, umas sandálias e um capacete com asas, uma varinha de condão e o caduceu. Quando Proserpina foi raptada, tentou resgatá-la dos infernos sem muito sucesso. Era o deus da eloquência, do comércio, dos viajantes e dos ladrões, a personificação da inteligência. Correspondia ao Hermes grego, protetor dos rebanhos, dos viajantes e comerciantes: muito rápido, era o mensageiro. O planeta Mercúrio provavelmente recebeu este nome porque se move rapidamente no céu.

Mercúrio influenciou o nome de uma série de coisas em vários campos da ciência, tais como o planeta Mercúrio e o elemento mercúrio. A palavra mercurial é geralmente usada para se referir a algo ou alguém errático, volátil ou instável, derivado da rapidez dos vôos de Mercúrio de um lugar a outro. O termo vem da astrologia e descreve o comportamento esperado de alguém sob a influêcia do planeta Mercúrio.

junho 25, 2010



Em comemoração aos 198 anos da cidade de Pelotas, o Ateliê Agencia da Arte, realiza Exposição Fotográfica, selecionada a partir do livro “Fotos contam uma história de Portugal em Pelotas”, de autoria de Rejane Botelho (fotógrafa e idealizadora) e a portuguesa Ana Margarida Portela (historiadora de arte, autora do texto) e colaboração do também português Francisco Queiroz e editado pela Editora Gráfica Universitária – PREC, UFPel, lançado em Pelotas no dia 22 de abril do corrente ano.


Na ocasião Rejane Botelho estará comentando com os visitantes sobre como foi realizado o livro, de forma inusitada, servindo-se de ferramenta da Web, mostrando a diversidade prática que existe além das conversações, como ponto forte exigindo caráter, responsabilidade e respeito.

Período: de 05 a 09 de Julho/2010
Horário: das 14 às 17h
Local: Ateliê - Agencia da Arte
Endereço: Rua Padre Anchieta, 3051
Contatos: (53) 9105 1159, agenciadaarte@gmal.com
Pelotas-RS
Como Chegar:
http://maps.google.com.br/maps/ms?hl=pt-BR&ie=UTF8&msa=0&msid=108513811647992019355.0004831dc6d75af9e166f&ll=-31.759125,-52.336303&spn=0.002905,0.003986&t=h&z=18

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